terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mais um: a importância da Venezuela no Mercosul



Do sítio Carta Maior 
Mais um: a importância da Venezuela no Mercosul
A relevância do ingresso da Venezuela só pode ser ignorada pelos mesmos que minimizaram o acordo inicial de integração Argentina-Brasil. Desde então, o Mercosul, com tensões, diferenças e cooperação, adquiriu um papel destacado no novo mapa da economia mundial. A incorporação da Venezuela tem a mesma importância histórica da Declaração de Foz de Iguaçu, que deixou para trás as rivalidades para passar a um marco de confiança e colaboração entre as duas maiores economias da América Latina. O artigo é de Alfredo Zaiat, do Página/12.
Data: 06/08/2012
Buenos Aires - A Venezuela é a quarta potência da América do Sul. Tem uma população de 30 milhões de habitantes. Em 2011, o PIB foi de 342 bilhões de dólares, o que significa um produto per capita de 11.400 dólares, um dos mais altos da região. Nesse mesmo ano, o saldo comercial positivo somou 46 bilhões de dólares, obtido fundamentalmente pelas exportações de petróleo. Com os recursos da Faixa do Orinoco, é o país com maiores reservas comprovadas de hidrocarburetos líquidos pesados e extra-pesados do mundo. 
Durante quase seis meses, distintos bloqueios nos congressos de Brasil, Uruguai e Paraguai impediram a concretização do ingresso da Venezuela no Mercosul. O último bastião de resistência era o Senado do Paraguai. O golpe parlamentar contra o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, resultou na suspensão dos guaranis do bloco e terminou assim facilitando a incorporação da Venezuela.

O novo sócio no Mercosul mostra que o bloco não está agonizando, como desejam os setores conservadores que amplificam qualquer diferença comercial entre os sócios. Pelo contrário, a incorporação da Venezuela é um dos fatos mais relevantes desde a constituição dessa união. Em muitas ocasiões, algumas decisões político-econômicas não recebem a devida importância por contaminação da lógica de curto prazo, mas o transcorrer do tempo coloca em perspectiva medidas que terminam mudando o desenrolar dos acontecimentos. 

É necessário remontar 27 anos e analisar o trajeto percorrido desde o abraço dos presidentes da Argentina e do Brasil, Raúl Alfonsín e José Sarney, em Foz de Iguaçú, no dia 30 de novembro de 1985, assinando o acordo de integração de ambos os países. Foi o primeiro passo para a posterior criação do Mercosul, com a assinatura do Tratado de Assunção, em 26 de março de 1991. Este processo dinâmico nos convida a avaliar que as portas que se abrem com vocação de integração regional são muito mais atraentes que as que convidam os países, de forma individual, a ingressar em acordos de livre comércio com potências econômicas.

Os economistas Alejandro Robba, Agustín D’Attellis e Emiliano Colombo elaboraram um informe ilustrativo sobre as mudanças que o ingresso da Venezuela provocará no Mercosul. O PIB em dólares do bloco aumentará 11% com a soma da Venezuela, levando o seu valor total dos 2,96 trilhões atuais para 3,28 trilhões de dólares. A população total do Mercosul, que era de aproximadamente 245 milhões de pessoas, passa a totalizar cerca de 275 milhões de pessoas com o ingresso da Venezuela. Ou seja, o país caribenho aporta 12% a mais de pessoas, três vezes a população de Paraguai e Uruguai juntos. O volume do comércio exterior do Mercosul nos últimos anos vem crescendo a uma taxa média de 20% por ano, com as exportações totais subindo 28% em 2011 (em relação a 2010) e 232% (em relação a 2003). As importações, por sua vez, cresceram 23,6% em 2011 em relação ao ano anterior e 383% em relação a 2003.

A Venezuela deve ampliar o tamanho das exportações do Mercosul em cerca de 20% (92 bilhões de dólares), além do aporte em termos de PIB (11%). A estrutura das exportações venezuelanas está dominada quase de forma completa pelo petróleo, absorvendo 95% do total dessas transações. As importações da Venezuela se expandiram a uma taxa de 20% em 2011, representando 46 bilhões de dólares, o que significa 12% de todas as importações do Mercosul. “A oportunidade de comércio para os países cresce notavelmente já que a Venezuela apresenta-se agora como o terceiro mercado em tamanho de importância no Mercosul”, afirmam Robba, D’Attellis e Colombo.
A relevância do ingresso da Venezuela só pode ser ignorada pelos mesmos que minimizaram o acordo inicial de integração Argentina-Brasil. Desde então, o Mercosul, com tensões, diferenças e cooperação, adquiriu um papel destacado no novo mapa da economia mundial. A incorporação da Venezuela tem a mesma importância histórica da Declaração de Foz de Iguaçu, que deixou para trás as rivalidades para passar a um marco de confiança e colaboração entre as duas maiores economias da América Latina.
Em um mundo onde as potências econômicas convivem com descalabros financeiros, estagnação, precariedade social e trabalhista, restrições de direitos de trabalhadores e aposentados e perda de legitimidade política de governos submetidos a ajustes recessivos, a ampliação do Mercosul é um avanço substancial para enfrentar com melhores ferramentas o novo cenário global.
A ortodoxia rechaça essa possibilidade, não só porque está subordinada aos interesses dos Estados Unidos que combatem Hugo Chávez. Faz isso, fundamentalmente, por uma questão conceitual que postula a integração passiva à economia mundial. Sustenta que as economias nacionais são segmentos do mercado mundial, o qual determina a destinação dos recursos, a distribuição da renda e a posição de cada uma delas na divisão internacional do trabalho, nas correntes financeiras, nas cadeias transnacionais de valor e na criação e gestão do progresso técnico. Daí deriva a proposta de política econômica baseada na abertura incondicional ao mercado mundial, a especialização na exportação de matérias primas, a redução do Estado à mínima expressão e o abandono de toda pretensão de construir projetos nacionais de desenvolvimento.
As contribuições de Raúl Prebisch, desde a Cepal, foram essenciais na construção de uma nova visão da problemática latino-americana nas décadas de 50 e 60. Prebisch escreveu em “Capitalismo periférico, crise e transformação” que “se as perspectivas dos centros não são auspiciosas para o intercâmbio com a periferia, por que seguir desperdiçando o considerável potencial do comércio recíproco? É razoável seguir insistindo em uma liberalização do intercâmbio com os centros quando apenas conseguimos liberalizar timidamente o intercâmbio entre países da periferia?”.

O bloco regional tem problemas e debilidades, teve conflitos e especulações, e seguirá tendo. Apesar dessas restrições, o Mercosul é uma ferramenta poderosa da América latina para disputar em um mundo aberto, globalizado, dominado por blocos econômicos regionais. Isso não significa que não haja desafios complexos pela frente. A incorporação da Venezuela alterará a dinâmica atual de funcionamento do Mercosul onde dois grandes (Argentina e Brasil) discutem com intensidade seus temas bilaterais de comércio, enquanto os dois irmãos menores (Uruguai e Paraguai) são espectadores dessa contenda. Aparecerá agora um terceiro que não é tão grande, mas tampouco tão pequeno, e que tem um poder nada desprezível ao contar com um recurso estratégico como o petróleo.

As negociações serão distintas. Se é certo que Argentina e Brasil seguirão tendo um peso relevante na estrutura de poder na América Latina, ela já não será tão fechada e passará a ser necessariamente um pouco mais flexível e, portanto, dará ainda maior vitalidade ao mais importante bloco de integração regional.

Tradução: Katarina Peixoto

Texto original:
http://www.pagina12.com.ar/diario/economia/2-200384-2012-08-05.html

Indústria chinesa


  • Política de liberalização e abertura econômica lançada em 1978 abriu o país para os investimentos estrangeiros.
  • Mão-de-obra barata e abundante > redução dos custos produtivos > plataforma de exportação. 
  • Zonas Econômicas Especiais: enclaves econômicos internacionalizados > indústrias estrangeiras se beneficiam de legislação especial (benefícios fiscais, desburocratização). 
  • Infraestrutura energética, industrial de base e de transportes crescente impulsiona o desenvolvimento industrial na faixa leste do território chinês. 
  • Deslocamento populacional para o leste > polos urbano-industriais. 


Indústria da União Europeia e da CEI

União Europeia

  • Recursos energéticos e matéria prima > indústrias de base > Revoluções industriais do século XIX.
  • Busca pela integração desde o final da 2ªGuerra > Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA).
  • Desenvolvimento das indústrias nacionais antes do projeto de integração. 
  • Alemanha: complexo industrial do vale dos rios Reno-Ruhr > destaque para indústria mecânica, química e eletrônica.
  • França: centro-norte, Paris e Alsácia-Lorena (nordeste) e Lion > indústria mecânica, química e eletrônica.
  • Grã-Bretanha: desconcentração das regiões tradicionais da região central e do norte (Escócia) > novas regiões próximo a Londres e no exterior. 
  • Itália: indústria mecânicas e de tecnologia > norte, Turim, Milão e Gênova.
  • Reorganização do espaço industrial após a UE: fusão de empresas, deslocamentos e ampliação da desconcentração. 

Comunidade dos Estados Independentes
  • Antiga URSS: controle estatal fundado no planejamento centralizado.
  • Estratégias não associadas aos fatores do mercado (competição) e sim às escolhas políticas. 
  • Regiões industriais dispersas: Montes Urais, Ásia Central e Sibéria ocidental.
  • Oferta de recursos energéticos: petróleo, gás natural e carvão.
  • Infraestrutura de base (pesada) consolidada no período soviético.
  • Indústria de bens de consumo: em recuperação da defasagem tecnológica.
  • CEI na economia de mercado: investimentos das transnacionais da Europa ocidental. 

Indústria japonesa


  • Concentração industrial na Costa do Pacífico, desde de o final do século XIX.
  • Siderurgia e infraestrutura portuária.
  • Recursos e matéria prima do exterior.
  • Reconstrução pós-guerra e regiões tradicionais: bens de consumo > metrópoles.
  • Desconcentração: aumento do custo de produção > deslocamento para o exterior.
  • Reestruturação produtiva e investimento externo > bacia do Pacífico. 
  • Tecnopolos fora das regiões tradicionais. 

domingo, 18 de agosto de 2013

ÁSIA Diversidade regional e divisão em sub-regiões

Sudeste Asiático
  • Península da Indochina e arquipélagos de relevo baixo e clima tropical e equatorial.
  • Maior parte da população vive na zona rural e apenas 39% na zona urbana.
  • Países em crescimento econômico e modernização, embora ainda apresentem IDH baixo.


Oriente Médio
  • Região semiárida e desértica cuja maior parte do território é rica em petróleo.
  • Primeiras civilizações.
  • Países de maioria muçulmana, exceto Israel, onde predomina o judaísmo.
  • Jerusalém é importante para judeus, muçulmanos e cristãos, mas é controlada politicamente por Israel. 

Dubai (imagem esq.) e Jerusalém (imagem abaixo).

Leste Asiático
  • Região economicamente mais importante do continente: países mais industrializados à Japão, China e Coreia do Sul.
  • Região muito populosa, com mais de 1,5 milhões de habitantes (1,3 milhões da China).
  • Crescimento econômico e elevada expectativa de vida (82 anos): Japão e Hong Kong (China).

Ásia Central e Meridional
  • Ásia Central: ex-repúblicas da antiga União Soviética.
  • Região com países pobres e conflituosos.
  • Índia: pobreza e riqueza.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Indústria nos Estados Unidos

Estados Unidos
  • Concentração no Nordeste e Norte (região dos Grandes Lagos) > Manufacturing Belt > principais indústrias: siderúrgica e mecânica.
  • Desconcentração em direção ao Sul e Oeste > Sun Belt > química, metalúrgica não-ferrosa, aeroespacial, siderúrgica e mecânica.
  • Vale do Silício (bacia de São Francisco) : indústrias de tecnologia > eletrônicos e informática > Tecnopolo > Stanford University. 




terça-feira, 6 de agosto de 2013

Os blocos econômicos internacionais e regionais

·         A disputa pelo mercado global regionalizou-se.

·         Formas de integração econômica: zona de livre-comércio, união aduaneira, mercado comum e união monetária.

·         Os grandes blocos: União Europeia, Mercosul, Nafta e Apec.

·         União Europeia: Benelux (1944) à Mercado Comum Europeu (1957) à União Europeia (Tratado de Maastricht, 1992) à 27 países em 2006 à união econômica e monetária.

·         Mercosul: Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai (1994) e Venezuela (2012) à união aduaneira.

·         Nafta (North American Free Trade Agreement, 1994): EUA, Canadá e México à zona de livre-comércio.

·         Apec: bloco amplo (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico, 1993) à zona de livre comércio em formação.



Atmosfera, energia solar e movimentos da Terra


 Camadas da atmosfera


o   Troposfera: maior parte dos fenômenos meteorológicos.

o   Estratosfera: ar rarefeito e variação da temperatura até o “topo” dessa camada; Camada do Ozônio.

o   Mesosfera: temperatura volta a diminuir.
  
o   Termosfera (Ionosfera): meteoros se desintegram; aurora boreal/austral (polares) ß tempestades magnéticas solares = ventos solares (partículas magnetizadas) + campo magnético da Terra = exposições de luzes coloridas.

o   Exosfera: sem oxigênio, presença de hélio e hidrogênio; temperaturas muito elevadas.

Ø   Energia solar

o    Boa parte da energia solar é refletida para o espaço à processo de aquecimento das terras emersas, dos oceanos e da atmosfera.

o    Movimento de rotação: aproximadamente 24 horas; Terra: 360 graus / 24 horas = 15 graus ß fuso horário.
(Fig. 19.4 – p.260)

o    Movimento de translação: 365 dias e 6 horas; Solstícios (verão/inverno) e Equinócios (primavera/outono) à os “primeiros dias”.
(Fig. 19.6 – p.261)





Economia e Comércio Mundial

Comércio desigual e regionalização na economia global
Inserção desigual dos países na economia mundial:
 Países desenvolvidos: países industrializados centrais (industrialização clássica).
 G7( EUA, ALE, JAP, RUN, FRA, ITA e CAN).
 Países emergentes ou em desenvolvimento [semi-periféricos] (industrialização tardia) > Brasil, México, Argentina, Coreia do Sul, Taiwan, Cingapura, entre outros..);
 BRICS: emergentes estreitam laços comerciais.
o Destaque para a China.
 Países periféricos: industrialização fraca e exportadores de commodities.
Trata-se de uma classificação baseada na atual divisão internacional do trabalho – DIT.

Sistema econômico (monetário) internacional
Conferência de Bretton Woods (1944);
Substituição do padrão-ouro para o padrão dólar-ouro
 EUA exerce predomínio econômico;
Criação do FMI > transformou-se num organismo que empresta recursos para países em dificuldade;
Criação do Banco Mundial (1945) > empréstimos para reconstrução da Europa e hoje, para países emergentes e pobres. (O Bird pertence ao Banco Mundial);
Os EUA (1971), com o déficit comercial não garante mais o padrão dólar-ouro;
Globalização financeira (anos 1970 e 1980): crises econômicas, especulação, ajustes em políticas econômicas de países ricos e pobres > “Entra em cena” o neoliberalismo.

Fluxos do comércio mundial
A globalização impulsionou o comércio mundial;
O comércio mundial é muito desigual;
A produção do mundo globalizado exige uma lógica de desigualdade porque funciona com base na exploração (localizações vantajosas para redução de custos);


Os fluxos e os sistemas de transportes

 Espaço geográfico e circulação: objetos fixos conectados em rede por fluxos de mercadorias, pessoas e informações.
 Espaços de maior fluidez: deslocamentos em menos tempo  menores custos.
 Sistemas de transportes eficientes (modernização) = vantagens comparativas.
 Transportes de cargas: modos  dutos, hidrovias, ferrovias, rodovias e transporte aéreo.
 Navegação oceânica: principal modo de transporte intercontinental de cargas  petróleo e derivados, carvão, minérios e produtos agrícolas.
 Navegação marítima ou oceânica: Estreitos e canais  fundamentais.
 Exemplos: Canal de Suez, Canal do Panamá, Estreito de Bab el Mandeb, Estreito de Ormuz, Estreito de Málaca  o mais utilizado do mundo.
 Construção de cargueiros maiores: menor custo de transporte.
 Infraestrutura portuária: não basta ter porto, tem que ter operação eficiente.
 Portos mais movimentados: Roterdã, Cingapura e portos chineses.
 Transporte aéreo: essencialmente de passageiros.
Cumbica - Guarulhos
 Cargas aéreas: maior custo, menor volume  produtos leves e mais caros.
 Tráfego aéreo crescente: mais aeroportos e mais aviões modernos.
 Aviação civil dos EUA: mais movimentadas rotas aéreas do mundo.
 Complementaridade modal: vias fluviais, ferroviárias e rodoviárias  custo: depende da distância (ver fig.29.5, p.456)
 Por rios: milhares de quilômetros  vantagens de custo em relação às ferrovias.
 Por trilhos: acima de 500 quilômetros  vantagens de custo em relação às rodovias.
 Por rodovias: apenas em pequenas e médias distâncias  menor custo.
 Sistemas de transportes modernos requerem complementaridade  aumento da fluidez e redução de custos.

GABARITO – AVAL. PARCIAL – GEOGRAFIA – 9ºANO – 26/06/2013


1 –
a) (1,0) Ucrânia, Bulgária, Letônia e Estônia. As causas da queda no crescimento natural são resultantes da diminuição da taxa de natalidade. Famílias têm menos filhos por razões econômicas como alto custo de vida, mulheres mais presentes no mercado de trabalho e maior nível de escolaridade.
Respondeu apenas queda da natalidade ou mortalidade maior que natalidade (0,4).
b) (1,0) População com expectativa de vida elevada em função da elevada qualidade no atendimento à saúde, sistema estável de aposentadoria e boas condições socioeconômicas em geral.
Respondeu apenas expectativa de vida elevada (0,4). 
2 –
(1,0) O suposto nacionalismo norte-irlandês pode ser incompatível com a realidade econômica atual porque a população da Irlanda do Norte ainda depende dos empregos públicos do Reino Unido. Segundo o texto, cerca de 70% da mão de obra da região é empregada no setor público. Essa dependência torna fraca qualquer mobilização nacionalista e separatista, pelo menos na atualidade.
3 -
a) (1,0) A Revolução Industrial impulsionou o processo de urbanização, ou seja, o crescimento das cidades. A concentração dos empregos industriais atraiu milhares de trabalhadores do campo e de outras regiões, aumento o número de habitantes urbanos. As grandes cidades até hoje, são polos de atração econômica.
b) (0,5) Os aspectos geográficos que definem uma metrópole são a concentração de atividades econômicas geradoras de emprego e renda, e consequentemente, um grande número de habitantes; infraestrutura de serviços públicos sociais (educação, saúde), transportes e de comunicação conectadas a uma rede de cidades médias e grandes e influência política e cultural regional ou nacional.
c) (1,0) As atividades do setor terciário, ou seja, os serviços especializados da área financeira, administrativa, da informação e tecnologia, comércio, transportes e telecomunicações. Esse setor ocupou o lugar que era da indústria que modernizou-se tecnologicamente e se deslocou para regiões menos urbanizadas com custos menores de produção.
4 –
(1,0) O desenvolvimento econômico mais dinâmico no Reino Unido e na Alemanha é a principal razão da diferença nos percentuais de população urbana em relação a Portugal e Romênia. Enquanto os primeiros países apresentam PIB elevados e excelentes índices de desenvolvimento socioeconômico, concentram empresas transnacionais e apresentam qualidade em infraestrutura urbana, os segundos (Portugal e Romênia) têm apresentado dificuldades no crescimento econômico (PIB), o nível de industrialização é bem menor e ainda concentram muitas de suas atividades econômicas no setor agropecuário.
Relacionou a resposta à Revolução Industrial do Reino Unido e da Alemanha, ao contrário de Portugal e Romênia que não vivenciaram esse processo (0,5 ou 0,6). 
5 –
a) (1,0) A segregação socioespacial nas grandes metrópoles europeias é o processo de deslocamento das populações mais pobres, sobretudo imigrantes de países subdesenvolvidos, para as zonas periféricas ou subúrbios, onde o custo de vida é menor,
porém ficam distantes dos melhores empregos das regiões centrais. O desemprego, principalmente para os mais jovens, é o principal problema enfrentado por essas populações.
b) (0,5) 1 – Londres - 2 – africanos e asiáticos - 3 – turcos.
6 -
(1,0) Paris, Frankfurt, Milão e Moscou ainda são grandes centros industriais da Europa e concentram mais atividades econômicas do setor terciário. Serviços especializados como turismo e finanças.
7 –
(1,0) Megalópole é uma extensa região que reúne metrópoles conurbadas e chega a atingir centenas de quilômetros. A megalópole europeia se estende do norte da Itália ao Reino Unido, compreendendo uma importante região urbanizada entre o nordeste francês, o oeste alemão a Bélgica e a Holanda.