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segunda-feira, 14 de agosto de 2017
segunda-feira, 5 de junho de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Douglas Belchior entrevista Lázaro Ramos
Um dos maiores atores brasileiros da atualidade fala sobre seu trabalho no programa "Espelho" e as importantes discussões sociopolíticas que ele propõe.
Link da entrevista
Link da entrevista
segunda-feira, 3 de abril de 2017
quinta-feira, 16 de março de 2017
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Taiwan luta para romper isolamento
O Estado de S.Paulo, 20/10/2013
Taiwan esforça-se para ampliar seus laços com a comunidade
internacional. A China continental tem sido implacável na tarefa de isolar a
ilha, que Pequim considera uma província rebelde, a ser reintegrada ao
território chinês no futuro.
O governo comunista chinês pressiona para que outros países
não reconheçam Taiwan. E, entre as vantagens de manter relações diplomáticas
com a superpotência e com a ilha separatista, quase todos preferem a primeira
opção. No caso do Brasil, por exemplo, não há relações diplomáticas formais. Em
lugar de embaixadas e consulados, Taipé é representada no País por
"escritórios de representação" comercial e cultural.
Os encontros de líderes taiwaneses com representantes do
governo dos EUA são considerados tão importantes para o governo de Taipé que
estão retratados numa exposição especial no Monumento a Chiang Kai-shek, na
capital de Taiwan.
As fotos gigantescas não registram apenas encontros -
esporádicos, durante reuniões de cúpulas e fóruns regionais - com presidentes
americanos, mas também com funcionários graduados do Departamento de Estado de
Washington.
Durante a Guerra Fria, Taiwan recebeu dos americanos e da
comunidade internacional alinhada a Washington vastas somas sob a rubrica de
cooperação internacional e ajuda militar. A proteção e segurança da ilha foram
assumidas pelos EUA.
Na mostra do memorial em homenagem ao fundador de Taiwan,
duas peças são exibidas com especial orgulho. Trata-se de dois Cadilacs
fornecidos pela General Motors ao general Chiang Kai-shek.
Conservadíssimos, um foi doado ao líder por chineses das
Filipinas, em 1955, e o outro, adquirido em 1972. O automóvel da GM era tido
pelos dirigentes de Taiwan como um "símbolo da superioridade capitalista
sobre o comunismo". / R.L.
Aliados atacam sauditas por direitos humanos
Arábia Saudita recebe duras críticas na ONU; alvos principais são desigualdades de gênero e perseguição a ativistas
Jamil Chade -
Correspondente - O Estado de S.Paulo
GENEBRA -
Depois de anos protegida pelo Ocidente, a Arábia Saudita foi alvo ontem de
críticas ao ter sua situação de direitos humanos avaliada pela ONU. Seus
principais aliados atacaram prisões arbitrárias contra ativistas, abusos dos
direitos das mulheres e a situação de trabalhadores estrangeiros. Pelas novas
regras da ONU, todos os países são obrigados a passar por uma sabatina no
Conselho de Direitos Humanos.
O Brasil
cobrou mudanças nas leis em relação às mulheres e pediu que os sauditas
respeitem acordos internacionais de direitos civis e políticos. A diplomacia
brasileira ainda pediu que os sauditas "alinhem" suas leis nacionais
com o direito internacional em matéria de direitos humanos.
Uma dessas
medidas seria "reconsiderar políticas que limitam os direitos das mulheres
a agir como membros autônomos e iguais na sociedade". Outra recomendação
foi a promulgação de um código penal, definindo ofensas e impondo uma moratória
na execução de menores de idade.
A
Grã-Bretanha também criticou a desigualdade de gêneros e pediu o fim do sistema
que garante ao homem a "guarda" da mulher. Os sauditas alegaram que a
sharia (lei islâmica) garante a "igualdade de tratamento" entre
homens e mulheres. Segundo o governo, as mulheres são "cidadãs
plenas" e podem ter propriedades e gerenciar seus negócios sem permissão
de outra pessoa. Ainda assim, Londres pediu que mais mulheres ocupem cargos de
autoridade e defendeu a abolição do sistema de guarda.
Representantes
dos EUA, tradicionais aliados de Riad, também apontaram problemas, criticando
as evidências de trabalhos forçados contra imigrantes. A Casa Branca atacou
também restrições contra a liberdade de religião e a inexistência de sindicatos
e ONGs. A Alemanha, por seu lado, pediu uma moratória na pena de morte. De uma
população de 28 milhões de pessoas, 9 milhões são trabalhadores estrangeiros,
muitos deles empregados em obras.
Medidas. Bandar bin Mohamed al-Aiban,
presidente da Comissão de Direitos Humanos da Arábia Saudita, indicou que novas
medidas estão sendo tomadas para proteger esses trabalhadores. Isso incluiria a
proibição de que eles atuem entre meio-dia e 15 horas, no verão, quando as
temperaturas chegam a 50 graus.
domingo, 22 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Brasil tem mais de 201 milhões de habitantes, estima IBGE
Do UOL, em São Paulo
29/08/2013 09h10
A
população estimada do Brasil é de 201.032.714 habitantes, de acordo com os
dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828
habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram
publicados nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial da União.
Na
resolução, o IBGE divulgou as estimativas de população para os 27 Estados mais
o Distrito Federal e para os mais de cinco mil municípios do país. Os são
levantados segundo estimativas dos entes da federação e dos municípios.
São Paulo
é o estado mais populoso do país com 43,6 milhões de habitantes, seguido por
Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões
de pessoas que declaram moradoras da região.
A Bahia
registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul 11,1 milhões e o Paraná,
10,9 milhões de residentes. Em seguida aparecem Pernambuco com 9,21 milhões de
habitantes, Ceará com 8,78 milhões, Pará com 7,97 milhões, Maranhão com 6,79
milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões.
Com menos
de cinco milhões de habitantes, estão Paraíba (3,91 milhões), Espírito Santo
(3,84 milhões), Amazonas (3,81 milhões), Rio Grande do Norte (3,37 milhões),
Alagoas (3,3 milhões), Piauí (3,18 milhões), Mato Grosso (3,18 milhões),
Distrito Federal (2,79 milhões), Mato Grosso do Sul (2,59 milhões), Sergipe
(2,19 milhões), Rondônia (1,73 milhão) e Tocantins (1,48 milhão).
A região
Norte, tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes. Roraima é o menos
populoso, com 488 mil habitantes. O Acre tem 776,5 mil habitantes e o Amapá,
735 mil.
A
projeção da população tem como objetivo atender a lei 8.443, de 16 de julho de
1992, que dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União (TCU). A
lei determina a divulgação dos números pelo governo federal para que o TCU
possa, por exemplo, efetuar e fiscalizar o cálculo das quotas referentes aos
fundos de participações dos Estados e municípios.
Assinada
pela presidente do IBGE, Wasmália Socorro Barata Bivar, a resolução está sendo
publicada em decorrência de decisão judicial. (Com Agência Brasil e Valor)
domingo, 18 de agosto de 2013
ÁSIA Diversidade regional e divisão em sub-regiões
Sudeste
Asiático
- Península da Indochina e arquipélagos de relevo baixo e clima tropical e equatorial.
- Maior parte da população vive na zona rural e apenas 39% na zona urbana.
- Países em crescimento econômico e modernização, embora ainda apresentem IDH baixo.
Oriente
Médio
- Região semiárida e desértica cuja maior parte do território é rica em petróleo.
- Primeiras civilizações.
- Países de maioria muçulmana, exceto Israel, onde predomina o judaísmo.
- Jerusalém é importante para judeus, muçulmanos e cristãos, mas é controlada politicamente por Israel.
Dubai (imagem esq.) e Jerusalém (imagem abaixo).
Leste
Asiático
- Região economicamente mais importante do continente: países mais industrializados à Japão, China e Coreia do Sul.
- Região muito populosa, com mais de 1,5 milhões de habitantes (1,3 milhões da China).
- Crescimento econômico e elevada expectativa de vida (82 anos): Japão e Hong Kong (China).
Ásia
Central e Meridional
- Ásia Central: ex-repúblicas da antiga União Soviética.
- Região com países pobres e conflituosos.
- Índia: pobreza e riqueza.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
GABARITO – AVAL. PARCIAL – GEOGRAFIA – 9ºANO – 26/06/2013
1 –
a) (1,0) Ucrânia, Bulgária, Letônia e Estônia. As causas da queda no crescimento natural são resultantes da diminuição da taxa de natalidade. Famílias têm menos filhos por razões econômicas como alto custo de vida, mulheres mais presentes no mercado de trabalho e maior nível de escolaridade.
Respondeu apenas queda da natalidade ou mortalidade maior que natalidade (0,4).
b) (1,0) População com expectativa de vida elevada em função da elevada qualidade no atendimento à saúde, sistema estável de aposentadoria e boas condições socioeconômicas em geral.
Respondeu apenas expectativa de vida elevada (0,4).
2 –
(1,0) O suposto nacionalismo norte-irlandês pode ser incompatível com a realidade econômica atual porque a população da Irlanda do Norte ainda depende dos empregos públicos do Reino Unido. Segundo o texto, cerca de 70% da mão de obra da região é empregada no setor público. Essa dependência torna fraca qualquer mobilização nacionalista e separatista, pelo menos na atualidade.
3 -
a) (1,0) A Revolução Industrial impulsionou o processo de urbanização, ou seja, o crescimento das cidades. A concentração dos empregos industriais atraiu milhares de trabalhadores do campo e de outras regiões, aumento o número de habitantes urbanos. As grandes cidades até hoje, são polos de atração econômica.
b) (0,5) Os aspectos geográficos que definem uma metrópole são a concentração de atividades econômicas geradoras de emprego e renda, e consequentemente, um grande número de habitantes; infraestrutura de serviços públicos sociais (educação, saúde), transportes e de comunicação conectadas a uma rede de cidades médias e grandes e influência política e cultural regional ou nacional.
c) (1,0) As atividades do setor terciário, ou seja, os serviços especializados da área financeira, administrativa, da informação e tecnologia, comércio, transportes e telecomunicações. Esse setor ocupou o lugar que era da indústria que modernizou-se tecnologicamente e se deslocou para regiões menos urbanizadas com custos menores de produção.
4 –
(1,0) O desenvolvimento econômico mais dinâmico no Reino Unido e na Alemanha é a principal razão da diferença nos percentuais de população urbana em relação a Portugal e Romênia. Enquanto os primeiros países apresentam PIB elevados e excelentes índices de desenvolvimento socioeconômico, concentram empresas transnacionais e apresentam qualidade em infraestrutura urbana, os segundos (Portugal e Romênia) têm apresentado dificuldades no crescimento econômico (PIB), o nível de industrialização é bem menor e ainda concentram muitas de suas atividades econômicas no setor agropecuário.
Relacionou a resposta à Revolução Industrial do Reino Unido e da Alemanha, ao contrário de Portugal e Romênia que não vivenciaram esse processo (0,5 ou 0,6).
5 –
a) (1,0) A segregação socioespacial nas grandes metrópoles europeias é o processo de deslocamento das populações mais pobres, sobretudo imigrantes de países subdesenvolvidos, para as zonas periféricas ou subúrbios, onde o custo de vida é menor,
porém ficam distantes dos melhores empregos das regiões centrais. O desemprego, principalmente para os mais jovens, é o principal problema enfrentado por essas populações.
b) (0,5) 1 – Londres - 2 – africanos e asiáticos - 3 – turcos.
6 -
(1,0) Paris, Frankfurt, Milão e Moscou ainda são grandes centros industriais da Europa e concentram mais atividades econômicas do setor terciário. Serviços especializados como turismo e finanças.
7 –
(1,0) Megalópole é uma extensa região que reúne metrópoles conurbadas e chega a atingir centenas de quilômetros. A megalópole europeia se estende do norte da Itália ao Reino Unido, compreendendo uma importante região urbanizada entre o nordeste francês, o oeste alemão a Bélgica e a Holanda.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Atividade substitutiva - 9ºano
1 - Produzir um texto
argumentativo explicando a relação entre o baixo crescimento natural europeu e suas
implicações econômicas e sociais. (mínimo 10 linhas)
2 – Produzir um texto argumentativo
explicando as características econômicas e culturais das metrópoles europeias na
atualidade. (mínimo 10 linhas).
terça-feira, 4 de junho de 2013
Atividade com mapa - entrega: 10/06/2013
Jovens do 9ºano, conforme combinado na última aula (03/06) descrevo as instruções da atividade cartográfica:
- Elaboração de um mapa do continente europeu com a divisão política dos países, a partir de qualquer fonte, desde que seja proporcional ao tamanho da folha A4 (papel vegetal), veja o exemplo:
2. O mapa deverá destacar:
a) os países mais desenvolvidos do continente;
b) os países que pertenceram ao antigo bloco socialista, que hoje constituem o que chamamos de região do Leste.
Para diferencia-los poderá ser utilizado qualquer cor, com exceção da cor azul que deverá representa os oceanos e os mares. Os demais países poderão ser deixados em branco ou em outra cor.
3. Legenda: o espaço da Legenda deverá conter a diferenciação entre países mais desenvolvidos e países do antigo bloco socialista ou "Leste europeu". Veja a sugestão:
A Legenda ainda poderá abrigar os nomes dos países menores que não couberem no espaço do mapa. Utilize números para representá-los. Caso encontre dificuldade para inserir os nomes dos países menores na Legenda, elabora uma lista anexa com o nome de todos dos países. Nesse caso você precisará enumerar todos eles no mapa.
* Dúvidas: entre em contato por meio deste blog (Comentários), deixando nome e email para resposta ou envie sua dúvida para nancildo@uol.com.br
Atenciosamente,
Prof. Nancildo
domingo, 7 de abril de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
ATIVIDADE EM SALA_INTERPRETANDO O NOTICIÁRIO_9ºANO
Jovens, seguem os arquivos das questões propostas e das notícias distribuídas em sala de aula. Abraços, Prof. Nancildo
Baixe os arquivos:
Torre The Shard, Londres (2012).
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