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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Douglas Belchior entrevista Lázaro Ramos

Um dos maiores atores brasileiros da atualidade fala sobre seu trabalho no programa "Espelho" e as importantes discussões sociopolíticas que ele propõe.

Link da entrevista

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Taiwan luta para romper isolamento

O Estado de S.Paulo, 20/10/2013

Taiwan esforça-se para ampliar seus laços com a comunidade internacional. A China continental tem sido implacável na tarefa de isolar a ilha, que Pequim considera uma província rebelde, a ser reintegrada ao território chinês no futuro.
O governo comunista chinês pressiona para que outros países não reconheçam Taiwan. E, entre as vantagens de manter relações diplomáticas com a superpotência e com a ilha separatista, quase todos preferem a primeira opção. No caso do Brasil, por exemplo, não há relações diplomáticas formais. Em lugar de embaixadas e consulados, Taipé é representada no País por "escritórios de representação" comercial e cultural.
Os encontros de líderes taiwaneses com representantes do governo dos EUA são considerados tão importantes para o governo de Taipé que estão retratados numa exposição especial no Monumento a Chiang Kai-shek, na capital de Taiwan.
As fotos gigantescas não registram apenas encontros - esporádicos, durante reuniões de cúpulas e fóruns regionais - com presidentes americanos, mas também com funcionários graduados do Departamento de Estado de Washington.
Durante a Guerra Fria, Taiwan recebeu dos americanos e da comunidade internacional alinhada a Washington vastas somas sob a rubrica de cooperação internacional e ajuda militar. A proteção e segurança da ilha foram assumidas pelos EUA.
Na mostra do memorial em homenagem ao fundador de Taiwan, duas peças são exibidas com especial orgulho. Trata-se de dois Cadilacs fornecidos pela General Motors ao general Chiang Kai-shek.
Conservadíssimos, um foi doado ao líder por chineses das Filipinas, em 1955, e o outro, adquirido em 1972. O automóvel da GM era tido pelos dirigentes de Taiwan como um "símbolo da superioridade capitalista sobre o comunismo". / R.L.

Aliados atacam sauditas por direitos humanos

Arábia Saudita recebe duras críticas na ONU; alvos principais são desigualdades de gênero e perseguição a ativistas


Jamil Chade - Correspondente - O Estado de S.Paulo

GENEBRA - Depois de anos protegida pelo Ocidente, a Arábia Saudita foi alvo ontem de críticas ao ter sua situação de direitos humanos avaliada pela ONU. Seus principais aliados atacaram prisões arbitrárias contra ativistas, abusos dos direitos das mulheres e a situação de trabalhadores estrangeiros. Pelas novas regras da ONU, todos os países são obrigados a passar por uma sabatina no Conselho de Direitos Humanos.
O Brasil cobrou mudanças nas leis em relação às mulheres e pediu que os sauditas respeitem acordos internacionais de direitos civis e políticos. A diplomacia brasileira ainda pediu que os sauditas "alinhem" suas leis nacionais com o direito internacional em matéria de direitos humanos.
Uma dessas medidas seria "reconsiderar políticas que limitam os direitos das mulheres a agir como membros autônomos e iguais na sociedade". Outra recomendação foi a promulgação de um código penal, definindo ofensas e impondo uma moratória na execução de menores de idade.
A Grã-Bretanha também criticou a desigualdade de gêneros e pediu o fim do sistema que garante ao homem a "guarda" da mulher. Os sauditas alegaram que a sharia (lei islâmica) garante a "igualdade de tratamento" entre homens e mulheres. Segundo o governo, as mulheres são "cidadãs plenas" e podem ter propriedades e gerenciar seus negócios sem permissão de outra pessoa. Ainda assim, Londres pediu que mais mulheres ocupem cargos de autoridade e defendeu a abolição do sistema de guarda.
Representantes dos EUA, tradicionais aliados de Riad, também apontaram problemas, criticando as evidências de trabalhos forçados contra imigrantes. A Casa Branca atacou também restrições contra a liberdade de religião e a inexistência de sindicatos e ONGs. A Alemanha, por seu lado, pediu uma moratória na pena de morte. De uma população de 28 milhões de pessoas, 9 milhões são trabalhadores estrangeiros, muitos deles empregados em obras.
Medidas. Bandar bin Mohamed al-Aiban, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Arábia Saudita, indicou que novas medidas estão sendo tomadas para proteger esses trabalhadores. Isso incluiria a proibição de que eles atuem entre meio-dia e 15 horas, no verão, quando as temperaturas chegam a 50 graus.


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Brasil tem mais de 201 milhões de habitantes, estima IBGE

Do UOL, em São Paulo
 29/08/2013 09h10

A população estimada do Brasil é de 201.032.714 habitantes, de acordo com os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram publicados nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial da União.
Na resolução, o IBGE divulgou as estimativas de população para os 27 Estados mais o Distrito Federal e para os mais de cinco mil municípios do país. Os são levantados segundo estimativas dos entes da federação e dos municípios.
São Paulo é o estado mais populoso do país com 43,6 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões de pessoas que declaram moradoras da região.
A Bahia registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul 11,1 milhões e o Paraná, 10,9 milhões de residentes. Em seguida aparecem Pernambuco com 9,21 milhões de habitantes, Ceará com 8,78 milhões, Pará com 7,97 milhões, Maranhão com 6,79 milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões.
Com menos de cinco milhões de habitantes, estão Paraíba (3,91 milhões), Espírito Santo (3,84 milhões), Amazonas (3,81 milhões), Rio Grande do Norte (3,37 milhões), Alagoas (3,3 milhões), Piauí (3,18 milhões), Mato Grosso (3,18 milhões), Distrito Federal (2,79 milhões), Mato Grosso do Sul (2,59 milhões), Sergipe (2,19 milhões), Rondônia (1,73 milhão) e Tocantins (1,48 milhão).
A região Norte, tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 488 mil habitantes. O Acre tem 776,5 mil habitantes e o Amapá, 735 mil.
A projeção da população tem como objetivo atender a lei 8.443, de 16 de julho de 1992, que dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União (TCU). A lei determina a divulgação dos números pelo governo federal para que o TCU possa, por exemplo, efetuar e fiscalizar o cálculo das quotas referentes aos fundos de participações dos Estados e municípios.
Assinada pela presidente do IBGE, Wasmália Socorro Barata Bivar, a resolução está sendo publicada em decorrência de decisão judicial. (Com Agência Brasil e Valor)


domingo, 18 de agosto de 2013

ÁSIA Diversidade regional e divisão em sub-regiões

Sudeste Asiático
  • Península da Indochina e arquipélagos de relevo baixo e clima tropical e equatorial.
  • Maior parte da população vive na zona rural e apenas 39% na zona urbana.
  • Países em crescimento econômico e modernização, embora ainda apresentem IDH baixo.


Oriente Médio
  • Região semiárida e desértica cuja maior parte do território é rica em petróleo.
  • Primeiras civilizações.
  • Países de maioria muçulmana, exceto Israel, onde predomina o judaísmo.
  • Jerusalém é importante para judeus, muçulmanos e cristãos, mas é controlada politicamente por Israel. 

Dubai (imagem esq.) e Jerusalém (imagem abaixo).

Leste Asiático
  • Região economicamente mais importante do continente: países mais industrializados à Japão, China e Coreia do Sul.
  • Região muito populosa, com mais de 1,5 milhões de habitantes (1,3 milhões da China).
  • Crescimento econômico e elevada expectativa de vida (82 anos): Japão e Hong Kong (China).

Ásia Central e Meridional
  • Ásia Central: ex-repúblicas da antiga União Soviética.
  • Região com países pobres e conflituosos.
  • Índia: pobreza e riqueza.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

GABARITO – AVAL. PARCIAL – GEOGRAFIA – 9ºANO – 26/06/2013


1 –
a) (1,0) Ucrânia, Bulgária, Letônia e Estônia. As causas da queda no crescimento natural são resultantes da diminuição da taxa de natalidade. Famílias têm menos filhos por razões econômicas como alto custo de vida, mulheres mais presentes no mercado de trabalho e maior nível de escolaridade.
Respondeu apenas queda da natalidade ou mortalidade maior que natalidade (0,4).
b) (1,0) População com expectativa de vida elevada em função da elevada qualidade no atendimento à saúde, sistema estável de aposentadoria e boas condições socioeconômicas em geral.
Respondeu apenas expectativa de vida elevada (0,4). 
2 –
(1,0) O suposto nacionalismo norte-irlandês pode ser incompatível com a realidade econômica atual porque a população da Irlanda do Norte ainda depende dos empregos públicos do Reino Unido. Segundo o texto, cerca de 70% da mão de obra da região é empregada no setor público. Essa dependência torna fraca qualquer mobilização nacionalista e separatista, pelo menos na atualidade.
3 -
a) (1,0) A Revolução Industrial impulsionou o processo de urbanização, ou seja, o crescimento das cidades. A concentração dos empregos industriais atraiu milhares de trabalhadores do campo e de outras regiões, aumento o número de habitantes urbanos. As grandes cidades até hoje, são polos de atração econômica.
b) (0,5) Os aspectos geográficos que definem uma metrópole são a concentração de atividades econômicas geradoras de emprego e renda, e consequentemente, um grande número de habitantes; infraestrutura de serviços públicos sociais (educação, saúde), transportes e de comunicação conectadas a uma rede de cidades médias e grandes e influência política e cultural regional ou nacional.
c) (1,0) As atividades do setor terciário, ou seja, os serviços especializados da área financeira, administrativa, da informação e tecnologia, comércio, transportes e telecomunicações. Esse setor ocupou o lugar que era da indústria que modernizou-se tecnologicamente e se deslocou para regiões menos urbanizadas com custos menores de produção.
4 –
(1,0) O desenvolvimento econômico mais dinâmico no Reino Unido e na Alemanha é a principal razão da diferença nos percentuais de população urbana em relação a Portugal e Romênia. Enquanto os primeiros países apresentam PIB elevados e excelentes índices de desenvolvimento socioeconômico, concentram empresas transnacionais e apresentam qualidade em infraestrutura urbana, os segundos (Portugal e Romênia) têm apresentado dificuldades no crescimento econômico (PIB), o nível de industrialização é bem menor e ainda concentram muitas de suas atividades econômicas no setor agropecuário.
Relacionou a resposta à Revolução Industrial do Reino Unido e da Alemanha, ao contrário de Portugal e Romênia que não vivenciaram esse processo (0,5 ou 0,6). 
5 –
a) (1,0) A segregação socioespacial nas grandes metrópoles europeias é o processo de deslocamento das populações mais pobres, sobretudo imigrantes de países subdesenvolvidos, para as zonas periféricas ou subúrbios, onde o custo de vida é menor,
porém ficam distantes dos melhores empregos das regiões centrais. O desemprego, principalmente para os mais jovens, é o principal problema enfrentado por essas populações.
b) (0,5) 1 – Londres - 2 – africanos e asiáticos - 3 – turcos.
6 -
(1,0) Paris, Frankfurt, Milão e Moscou ainda são grandes centros industriais da Europa e concentram mais atividades econômicas do setor terciário. Serviços especializados como turismo e finanças.
7 –
(1,0) Megalópole é uma extensa região que reúne metrópoles conurbadas e chega a atingir centenas de quilômetros. A megalópole europeia se estende do norte da Itália ao Reino Unido, compreendendo uma importante região urbanizada entre o nordeste francês, o oeste alemão a Bélgica e a Holanda.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Atividade substitutiva - 9ºano

1 - Produzir um texto argumentativo explicando a relação entre o baixo crescimento natural europeu e suas implicações econômicas e sociais. (mínimo 10 linhas)
2 – Produzir um texto argumentativo explicando as características econômicas e culturais das metrópoles europeias na atualidade. (mínimo 10 linhas).


Entrega: 17/06/2013

terça-feira, 4 de junho de 2013

Atividade com mapa - entrega: 10/06/2013

Jovens do 9ºano, conforme combinado na última aula (03/06) descrevo as instruções da atividade cartográfica:
  1. Elaboração de um mapa do continente europeu com a divisão política dos países, a partir de qualquer fonte, desde que seja proporcional ao tamanho da folha A4 (papel vegetal), veja o exemplo:

     2. O mapa deverá destacar:
       a) os países mais desenvolvidos do continente;
       b) os países que pertenceram ao antigo bloco socialista, que hoje constituem o que chamamos de região do Leste.
       Para diferencia-los poderá ser utilizado qualquer cor, com exceção da cor azul que deverá representa os oceanos e os mares. Os demais países poderão ser deixados em branco ou em outra cor. 

3. Legenda: o espaço da Legenda deverá conter a diferenciação entre países mais desenvolvidos e países do antigo bloco socialista ou "Leste europeu". Veja a sugestão:



A Legenda ainda poderá abrigar os nomes dos países menores que não couberem no espaço do mapa. Utilize números para representá-los. Caso encontre dificuldade para inserir os nomes dos países menores na Legenda, elabora uma lista anexa com o nome de todos dos países. Nesse caso você precisará enumerar todos eles no mapa. 

* Dúvidas: entre em contato por meio deste blog (Comentários), deixando nome e email para resposta ou envie sua dúvida para nancildo@uol.com.br

Atenciosamente, 
Prof. Nancildo



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ATIVIDADE EM SALA_INTERPRETANDO O NOTICIÁRIO_9ºANO



Jovens, seguem os arquivos das questões propostas e das notícias distribuídas em sala de aula. Abraços, Prof. Nancildo

Baixe os arquivos:




                                                   Torre The Shard, Londres (2012).