segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ATIVIDADE EM SALA_INTERPRETANDO O NOTICIÁRIO_9ºANO



Jovens, seguem os arquivos das questões propostas e das notícias distribuídas em sala de aula. Abraços, Prof. Nancildo

Baixe os arquivos:




                                                   Torre The Shard, Londres (2012).

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Django Livre

Abrindo 2013 com uma indicação de filme imperdível, e não apenas para os fãs de Quentin Tarantino. Leiam a crítica de Luiz Zanin do Estado de S. Paulo.





Django Livre
A História é uma matéria-prima plástica nas mãos de Tarantino. Ela a deforma, segundo sua percepção, de modo a colocá-la nos limites de sua visão de mundo. Quer dizer, ele a interpreta. Foi assim com o nazismo e a 2ª Guerra em Bastados Inglórios, é assim com a escravidão em Django Livre.
Mesclando o western spaghetti de Sergio Corbucci com o mito nórdico de Sigfried e Brünhilde, Tarantino conta essa bela história do escravo liberto, Django (Jamie Foxx), que, em companhia de um caçador de recompensas, King Schultz (Christoph Waltz), vai resgatar a sua esposa na fazenda de algodão de um proprietário diabolicamente maldoso, Calvin Candie (Leonardo DiCaprio).
Nessa reinterpretação ficcional sobre o horror da escravidão, Tarantino busca ao nó da questão, ao mostrar que quando um homem é transformado em objeto, ele será alvo de todos os piores instintos sádicos do seu “proprietário”. Calvin representa a síntese dessa perversão da posse, num belo trabalho de DiCaprio.
Mas, claro, o liquidificador pop de Tarantino evita que Django Livre seja um mero filme de denúncia. É verdade que ele vai ao paroxismo para deixar bem claro o que era a escravidão, sem qualquer disfarce. Os negros são tratados pelo pejorativo “nigger”, pronunciados pelos brancos o tempo todo, o que causou mal-estar na politicamente correta sociedade norte-americana. Acontece que era desse jeito mesmo que os senhores se referiam aos negros. Com a mesma falta de, digamos, pudor, Tarantino escancara as formas de tortura usadas à guisa de “reeducação” de faltosos. E, pior de tudo (na verdade, melhor), expõe a conivência de alguns negros na opressão do seu próprio povo. Esta é a função do personagem Stephen, criação brilhante de Samuel L. Jackson.
Sobre esse substrato de dolorosa verdade, Tarantino constrói a sua ficção, à maneira de uma ópera. Transforma essa saga sobre a escravidão, anterior à Guerra Civil, em uma grande e deliciosa aventura cênica. Primeiro, porque o rendimento dos atores é máximo, a começar por este notável Christoph Waltz, num papel desenhado especialmente para ele. Depois, porque filma com tal paixão que impregna a obra de um, digamos assim, “desejo de cinema”, muito raro de se encontrar hoje em dia.
Quer dizer, exibe toda uma sabedoria de cineasta sobre o ritmo, os cortes, as cores, os movimentos de câmera, os sons, a música. Enfim, o conjunto de qualidades formais a que chamamos de direção, e faz de Django Livre um prazer para olhos e ouvidos. (Daí a injustiça maior de Tarantino não ser indicado ao Oscar na categoria de melhor diretor).
Esse desejo que Tarantino coloca ao filmar, ele o transfere ao espectador. Trata-se de um prazer de cinéfilo, produto de milhares de filmes vistos, e executado na velha técnica da película em 35 mm. Mesmo que Tarantino recaia em eventuais exageros, como os inevitáveis banhos de sangue, o todo é tão envolvente que perdoamos de pronto esses pequenos pecados. Eles fazem parte do estilo Tarantino de ser.
 Luiz Zanin - 18/01/2013 - http://blogs.estadao.com.br/luiz-zanin/django-livre/


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ROTEIRO DE ESTUDOS PARA AVAL. BIM. - 1ºANO


   Conteúdos (conforme indicado em sala nas últimas aulas)

o   Domínios morfoclimáticos brasileiros
o   Recursos hídricos no planeta
o  Distribuição dos recursos hídricos no planeta
o  Importância dos recursos hídricos
o  Impactos ambientais nos recursos hídricos
o  Bacia hidrográfica
o  Rede hidrográfica
o  Nascente, curso e foz dos rios.

o   Bacias hidrográficas brasileiras
o   Bacia Amazônica
o   Bacia do São Francisco e sua importância para o Sertão Nordestino
o   Bacia do Paraná
o   Sub-bacia do rio Tietê
o   O aproveitamento energético das bacias hidrográficas brasileiras


Textos do livro Conexões
Domínios morfoclimáticos brasileiros (Capítulo 23, páginas 335 e 336).
Os recursos hídricos (Capítulo 20, páginas 283 – 285, 287 – 291).
Rios brasileiros e escoamento das águas superficiais (páginas 319 – 321).

Mapas do livro Conexões
Disponibilidade e poluição das águas (página 287)
Bacias e regiões hidrográficas brasileiras (página 320)

Mapas disponíveis no blog Links de Geografia

Apresentações disponíveis no blog Links de Geografia

ÁGUAS SUPERFICIAIS - HIDROGRAFIA


Baixe a apresentação

ÁGUAS SUPERFICIAIS - HIDROGRAFIA

MAPAS - HIDROGRAFIA BRASILEIRA

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS


DOMÍNIO MORFOCLIMÁTICO
VEGETAÇÃO PREDOMINANTE
TIPO CLIMÁTICO
RELEVO
Amazônico
Floresta Amazônica
Equatorial
Planície Amazônica
dos Mares de Morros
Mata Atlântica
Tropical úmido
Planaltos e Chapadas
da Caatinga

Vegetação típica da Caatinga (resistente a aridez)
Tropical semiárido
Depressão e parte de planalto
do Cerrado

Vegetação típica do Cerrado
Tropical
Planaltos e Chapadas
das Araucárias

Mata das Araucárias
Subtropical
Planaltos e Chapadas e Depressão
das Pradarias

Campos (vegetação herbácea)
Subtropical
Planaltos e Depressão

Clique na imagem para ampliar

terça-feira, 16 de outubro de 2012

EXEMPLO DE TRABALHO: O CONTINENTE ASIÁTICO NO CINEMA


Caros alunos do 9ºano, vejam exemplar de trabalho que explora a linguagem cinematográfica. Neste, os alunos do 3ºano analisaram os conflitos regionais no cinema. Escolharem o filme "Paradise Now".


Baixem o trabalho:

PARADISE NOW

O MEIO RURAL

Caros, baixem a síntese de aula.

O MEIO RURAL

domingo, 14 de outubro de 2012

BRASIL: INDÚSTRIA (SÍNTESE DE AULA)


Aula de revisão apresentada em 05/10/2012.



BRASIL: INDÚSTRIA

o    Industrialização tardia: café à economia agroexportadora à transição.
o    São Paulo e Rio de Janeiro: urbanização e infraestrutura.
o    São Paulo: cidade operária clássica no início do século XX.
o    Dependência econômica e tecnologia: Inglaterra e, mais tarde, Estados Unidos.
o    Era Vargas: intervenção estatal e indústrias de base (CSN, Vale do Rio Doce, Petrobrás).
o    A Substituição de importações: A 2ª Guerra e as oportunidades para a indústria nacional.
o    JK: reforço em infra-estrutura à Tripé: Capital nacional – Capital estatal – Capital estrangeiro.



o    Militares: do “milagre econômico” à década perdida.
o    Abertura econômica pós 1990: globalização à neoliberalismo à o fantasma da recessão.
o    Guerra Fiscal dos estados: desconcentração industrial.
o    Realidade atual 1: baixo investimento no setor industrial ßà carga tributária.
o    Perspectivas: tecnopolos podem crescer à Campinas, São Carlos, São José dos Campos.
o    Realidade atual 2: gargalos ao desenvolvimento industrial à transportes.
o    Concentração no Sudeste: infraestrutura.
o    A indústria diversificada do Sul.
o    O recente crescimento industrial do Nordeste.